A entrada da montanha, de maneira alguma lembraria um portal... Mesmo que esculpido pela natureza, ele parecia mais uma ferida, onde a rocha se abria de forma irregular, como se tivesse sido rasgada à força séculos atrás e jamais cicatrizara. As bordas eram negras, vitrificadas pelo calor de algo antigo, e marcas profundas cortavam a pedra, não por ferramentas, mas por garras, unhas talvez até mesmo humanas, assim como lâminas que haviam falhado.
sábado, 28 de março de 2026
sábado, 7 de março de 2026
Lion-Maru: O rugido da vingança! (Ato 4)
A trilha que levava à montanha não era uma estrada, mas uma ferida aberta na floresta.
Raízes antigas rasgavam o solo como ossos expostos, e as árvores cresciam inclinadas, como se tivessem tentado se afastar daquele lugar por gerações. O ar ficava mais pesado a cada quilômetro, não apenas pelo terreno íngreme, mas por algo invisível que pairava ali, uma presença lenta, antiga, venenosa.
terça-feira, 3 de março de 2026
Ekzyliön - Caso 5 - A calmaria antes da tempestade!
Três dias haviam passado... O tempo seguira seu curso comum para a cidade, ônibus lotados, sirenes distantes, cheiro de café forte misturado ao de diversos outros aromas e odores da cidade dessa atual Rio de Janeiro, mas, para Clarysse, havia uma espécie de intervalo suspenso entre o que acontecera na praça, e o silêncio que se seguiu depois.
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Ekzyliön - Caso 7 - O homem que disse não!
O corpo de Clarysse tremia sob as mãos de Khalamyr, não era de maneira alguma um tremor comum ou normal, era como se duas vontades distintas...


