Era o décimo quinto dia desde que Shimaru deixara para trás o último vilarejo que ainda ousava chamar a si mesmo de livre.. A lembrança daquele lugar ainda o acompanhava: o cheiro de arroz queimado no ar, o choro contido de uma mulher atrás de portas fechadas, o silêncio pesado demais para ser natural. Desde então, a paisagem parecia repetir a mesma ferida.
O campo onde agora se encontrava não era diferente, apenas mais honesto.







