A trilha que levava à montanha não era uma estrada, mas uma ferida aberta na floresta.
Raízes antigas rasgavam o solo como ossos expostos, e as árvores cresciam inclinadas, como se tivessem tentado se afastar daquele lugar por gerações. O ar ficava mais pesado a cada quilômetro, não apenas pelo terreno íngreme, mas por algo invisível que pairava ali, uma presença lenta, antiga, venenosa.







